Luís Ramos nasceu em Lisboa e estudou Fotografia no AR.CO e Cinema na Escola Superior de Cinema. Iniciou o seu percurso nos jornais "Expresso" e depois "Público", do qual foi fundador, repórter e editor fotográfico. Durante esse período trabalhou numa perspectiva documental em países como Israel, Turquia, China, Rússia, Marrocos, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, Cuba e em vários locais da Europa e Estados Unidos. Ao longo da sua carreira recebeu vários prémios Fuji Europress Photo Awards (2000, 2004) e Prémios Visão de Fotojornalismo (2002, 2004, 2005, 2006). Desde 2006 é fotógrafo independente. As últimas exposições individuais realizaram-se em Lisboa, no Centro Cultural de Belém com “Remember”, no antigo Presídio da Trafaria com “Musas, bichos e outros seres extraordinários”, em Bruxelas, na Casa da Cultura do Brasil, com “Time Lapse” (depois de ter estado na Fundação D. Luís I, em Cascais e no Museu Municipal de Tavira), em Faro, no Teatro das Figuras, com “Layers” e na Galeria Municipal de Arte de Almada com “São precisos dois para dançar o tango”. Esteve representado em diversas exposições colectivas em Portugal, França, Bélgica, Itália e Dinamarca. A mais recente ocorreu na Alemanha, na Berliner Liste, com o projecto “Insomnia”. Participou em inúmeras edições em livro e está representado nas Colecções de Arte da Fundação EDP, Fundação D. Luís I, Câmara Municipal de Tavira, Câmara Municipal de Faro e Casa da Cerca, Centro de Arte Contemporânea de Almada.